Atos de terrorismo no interior de Minas

14 de Junho de 2018

Deputado Bonifácio de Andrada, 14 de junho de 2018.

Desenvolve-se nestes últimos dias e de certa forma continua, atos de bandidismo nas diversas cidades mineiras.

Em Minas Gerais, mais de 50 ônibus foram criminosamente queimados. Esses são fatos de alta gravidade, porque não só provocam malefícios empresariais de alto custo, mas, também, assuntam o cidadão e a opinião pública com a situação de insegurança devido às deficiências operacionais, por parte dos órgãos competentes de segurança do Estado.

Os criminosos visam de fato perturbar os serviços públicos de transporte coletivo representado por empresas concessionárias. Porém, seguindo uma linha política, os bandidos antes de atearem fogo contra os ônibus solicitam que as pessoas que estão dentro dos veículos se retirem do local, ou se afastem para não serem atingidas pelas explosões ilícitas e criminosas.

Verifica-se assim, há um componente político anarquista nos episódios, embora, muitos consideram fruto de conflitos de presidiários, bem organizados, que dentro das prisões ou penitenciárias comandam através de celulares ou outros equipamentos os grupos de criminosos que aterrorizam a população.

Há necessidade que os setores de segurança do governo se organizem e venham planejar providências eficientes para localizar as fontes de comando dessas ações criminosas e também criar processos de defesa dos ônibus e viaturas que vêm sendo objeto dessa escandalosa atividade contra a lei e os direitos de vários proprietários.

É um espetáculo alarmante e sem antecedentes iguais em nosso Estado e até mesmo em outras partes do país.

É curioso, os dirigentes dos órgãos de segurança não conseguirem reprimir com forças legais tais eventos e nem dialogar de maneira informal com os líderes criminosos, para assim, identificar hipótese e solução do problema, dentro de técnicas modernas de conversação com essas lideranças predatórias e autores desses crimes revoltantes.

No campo da segurança, indiscutivelmente, o país vive momentos perigosos que justificam a revolta e a inquietação dos homens sérios e responsáveis, que trabalham para o bem da sociedade.